Pular para o conteúdo principal

MÃE– entre o prazer e a responsabilidade


                                            
Ser mãe é uma missão mais que especial.  A mãe é um pedacinho de Deus e sua melhor representante na terra. 
Ser mãe vai muito além de dar a luz, vai muito além de carregar um ser no ventre por meses. 
Mãe é um instrumento vital, que reparte tudo até o momento do desabrochar e que entrega tudo, inclusive seu coração sem pestanejar a qualquer hora, qualquer momento ou etapa da vida.
Ser mãe é se preocupar e proteger a qualquer custo e mesmo assim, deixar o filho livre para voar pelo mundo.
É estar entre a doçura do carinho e a firmeza do limite. 
Uma mãe um dia me disse que depois que se tem filho nunca mais se tem sossego...
A cada etapa uma nova preocupação...A cada etapa uma nova conquista compartilhada...Um sucesso repartido.
A mãe vibra, torce, vive cada vitória do filho como se fosse sua também. E é! Talvez com ainda mais entusiasmo, porque essa vitória vem de duas obras suas: O filho, e a educação do filho.
A mãe de verdade é aquela que gera, aquela que adota, aquele que ama, aquela que cria, aquele que faz o possível e o impossível para dar amor, apoio, carinho... A mãe verdadeira é aquela que faz tantas outras coisas...
Mãe de fibra, mãe coragem.
O primeiro objeto de amor de uma criança é a mãe, por isso, ela tem uma importância tão grande quanto a saúde psicológica do filho. Uma infância satisfatória, uma vida adulta boa, o desenvolvimento de um indivíduo depende muito de sua mãe.
O envolvimento emocional desde o ato de amamentar preenche, alivia, alimenta de amor...
Ser mãe é se emocionar com o primeiro chorinho do filho, o primeiro sorriso, com a primeira palavra, o primeiro passo...
A formatura do pré...o 10 na prova, ou o 5, se for com esforço tem gostinho de 10.
Ser mãe é mesmo exausta de um dia de trabalho, ajudar com o tema de matemática que as vezes nem ela consegue entender.
É investimento, muito grande, talvez e bem provavelmente o mais importante de todos.
Porque se investe tudo que se pode oferecer, tudo que se tem...E ainda sobra um pouquinho, porque amor de mãe é uma fonte inacabável.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Jornal De Fato - Nova Santa Rita, RS

QUERIDOS AMIGOS E LEITORES DO BLOG. NESTA SEMANA ESTAREI INICIANDO PARCERIA OFICIALMENTE COM O JORNAL DE FATO/ NOVA SANTA RITA E REGIÃO. ESTOU FELIZ COM MAIS ESTA PARCERIA POIS, ME INCENTIVA A CONTINUAR ESCREVENDO E COLABORANDO DE ALGUMA FORMA COM JORNAIS E A POPULAÇÃO EM GERAL QUE TEM ACESSO AOS MEUS ESCRITOS. MAIS ESTE CONVITE, REAFIRMA O SUCESSO DO BLOG marianitapsicologa.blosgpot.com, POIS, FOI ATRAVÉS DELE QUE AS EQUIPES DOS JORNAIS O MENSAGEIRO E O DE FATO SE INTERESSARAM, CONHECERAM E GOSTARAM DO MEU TRABALHO. AGRADEÇO E ACEITO COM TODO O CARINHO O CONVITE DESTE JORNAL E DEIXO UM ABRAÇO ESPECIAL A MARIANA ORNELES MARTINS  (QUE APRESENTOU O BLOG PARA A EQUIPE), E TAMBÉM PARA LOURENÇO GRAIZ. UM BEIJO À TODOS E ATÉ A PRÓXIMA PUBLICAÇÃO. Prezada Psicóloga Marianita Ortaça:   O Jornal De Fato, sediado em Nova Santa Rita/RS, através de seu editor Manoel Lourenço Graiz, tendo conhecimento dos trabalhos elaborados e publicados pela psicóloga Marianita Ortaça, atravé...

VELHICE NOVAS POSSIBILIDADES E PSICOTERAPIA

Os idosos cada vez mais têm despertado interesse e vêm se destacando não apenas pelo aumento da população idosa, mas também por sua visibilidade social. No Brasil, segundo dados do IBGE, a expectativa é de que os idosos, que correspondiam a 6 milhões em 1975, cheguem a 31 milhões em 2025 (CORDIOLI, 2008 p. 792). Aquela condição de isolamento e doença dos idosos – condição esta, ultrapassada - perde espaço para uma nova atitude. Pessoas com idade mais avançada procuram uma qualidade de vida cada vez mais elevada. Os idosos estão pertencendo mais à sociedade e tomando seus lugares no mundo.         Quem nunca ouviu falar no baile da “3ª idade” ou nos encontros da “melhor idade”? Pois é, não se via isso há 30, 40 anos atrás. O idoso está cada dia mais independente e procurando viver essa etapa da vida com naturalidade, alegria e aceitação.         Apesar desse crescimento na qualidade de vida dos idosos, as...

Preconceito

“Olha minha filha, venha aqui, correndo. Tá vendo aquele velho barbudo? Olha, olha, que feio, ele vai te pegar e te levar embora”.  Foi o que eu ouvi de uma mulher num estabelecimento de São Luiz Gonzaga nessa semana. Ela estava falando de um morador de rua, um senhor maltrapilho que andava por lá, sem incomodar ninguém, sem provocar ninguém. Andava como um cidadão comum, como qualquer outra pessoa. Pensei que o preconceito estava diminuindo com o avanço dos tempos, mas ainda temos muito para melhorar nesse quesito – e em tantos outros. Aquela expressão tão comum entre os pais e crianças no passado, se fez real ali na minha frente, “...olha, é o véio do saco”. Porém assisti perplexa àquela cena por a mulher usar uma pessoa para intimidar a criança. Ambos não mereciam aquilo. A criança brincava inocente, corria com uma amiguinha e o homem não havia feito nada para ser alvo das palavras grotescas da tal mulher. Não bastasse uma, a outra mãe, da outra criança, entrou naquele ...